segunda-feira, 24 de maio de 2010

“ Choro Silencioso (Lágrimas Secas) ”

Lamento a perda

Do único Amor da minha Vida

Aquele que me fez viver

O que, no fundo, nunca foi para mim


Rio pela dor que sinto

E choro pela eternidade

Que passarei a senti-la

Mas nada há que fazer...


Senão chorar em silêncio

Lacrimejar sem chorar

E a Vida não deixar de viver

Embora seja a melhor das soluções


Mas tenho de outra Vida construir

Com um novo Coração

Com uma nova emoção

E crer num outro Amor


Paracelso Van Östertag, Rajah

2 comentários:

  1. quando screvi esse poema, pensava num Amor porque lutei durante 3 longuissemos anos e que quando o conseguira... ufa...
    vi que nao era o que eu sempre vi e queria! :-(
    e as lagrimas secas: o choro que mto chorei mas que o orgulho nao permitia que as lagrimas fossem derramadas... :-)
    "o amor-proprio eh maior que o propiro-amor", segundo Roberta Miranda.
    spero que gostem dele como eu gosto!
    um abraco aos amantes da arte em special a literatua poetiva/lirica!

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