quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A Vida é uma dança” de autoria de Joel Sérgio e Fernando Saluiza



Prezados,


 A Tchi Publicações realizará no próximo dia 3 de Fevereiro de 2012, a
 partir das 18 horas, no CEFOJOR o lançamento, venda e sessões de
 autógrafos da obra literária “ A Vida é uma dança” de autoria de Joel
 Sérgio e Fernando Saluiza.
 Segundo os autores da obra, o livro reúne um conjunto de comparações
 do nosso dia-a-dia retirados de um dos nossos maiores prazeres, a
 dança. Com mais de 190 páginas, a obra segue os mesmos trilhos do
 livro Você Também Pode Ter Sucesso – o primeiro livro de auto ajuda
 escrito por autor angolano – sempre com o objectivo de levar-nos a dar
 o melhor de nós mesmos. A obra está dividida em 29 capítulos, todos
 eles partindo de uma lição que pode ser retirada de uma dança e
 aplicada à nossa vida diária. Segundo os autores, livro foi escrito
 num estilo simples, leve, curto e a partir de comparações
 (ilustrações) porque estas expressam com mais facilidade as verdades
 que as pessoas já conhecem e dominam, tudo com o objectivo de elevar a
 nossa qualidade de vida.
 A obra foi patrocinada pela Sociedade Mineira do Chitotolo e pela
 Sociedade Mineira do Cuango e contou com o apoio da La Pachanga,
 Prazer de Ler Livrarias e Jesus vive em mim.
 
 Sobre os autores:



 Fernando Saluiza e Joel Sérgio nasceram em Cazombo, município do Alto
 Zambeze, província do Moxico. O primeiro é formado em dança por
 diversas escolas italianas bem como cubanas e lecciona danças de salão
 em Terni, uma pequena cidade italiana em que vive desde 1987.
 Por sua vez, Joel Sérgio é o autor do livro Você também pode ter
 sucesso (2009) – provavelmente o primeiro livro de auto-ajuda escrito
 por um angolano – e co-autor dos livros: Cartas a um viciado (2010)
 com Ivandra Ferreira, Desperte o campeão que há em si (2011) com
 Morais Abreu. É formado em Gestão da Produção e Marketing pela
 Universidade Católica de Angola e membro fundador do Jango de
 Escritores Evangélicos de Angola, além de ser professor da Escola
 Bíblica Dominical na Igreja Crista Evangélica de Angola.
 Com gratidão e apreço, contamos com o seu contributo para a divulgação
 deste evento.

“Tanta Asneira Para Dizer Luanda é Bonita”

:- Press Release -:
 
Tanta Asneira Para Dizer Luanda é Bonita
 
Regressa ao palco no Teatro Nacional Chá de Caxinde em Luanda
nos dias 26, 27 e 28 de Janeiro
 
Mais de 1500 espectadores já assistiram a esta peça de teatro nos 6 dias de apresentação em Dezembro.
Trata-se de uma comédia caluanda interpretada por um elenco de luxo repleto de caras conhecidas dos palcos, televisão e cinema angolano que arrancam gargalhadas e aplausos da plateia durante a actuação.
O público tem recebido muito bem esta peça de teatro, um texto original cuja narrativa se passa nos dias de hoje, na cidade de Luanda.
  
Elenco: Orlando Sérgio, Raul do Rosário, Hélio Taveira, Edusa Chindecasse, Naed Branco e Yuri Sousa
 
Produção: Projecto Mukange / Direcção de Produção: Orlando Sérgio / Encenação: Miguel Hurst / Texto: Nuno Milagre
 
Cenário: FK / Música: Keita Mayanda, Leonardo Wawuti, Nastio / Figurino: Adelino Fernandes
Luz: Miguel Hurst (desenho), Kalitoso (operação) / Som: Ulienge Almeida / Fotografia: Edson Chagas
Assistência de Produção: Adérito, Zezas
 
Nacional Cine Teatro / Chá de Caxinde, Luanda
26 de Janeiro às 20h30
dias 27 e 28 duas sessões: 19h00 e 21h00
bilhetes: 2000 Kwz
 
 
:- Sinopse
Um assalto de esquina na noite de Luanda leva a outro assalto. Mas tal como no jogo e no amor ou como na pesca, raramente as coisas acontecem como planeado e Dadri, Koluta, Zito, Cláudia e Moxico juntam-se pela vontade de imprevistos de força maior. Parecem cinco amigos a beber um copo tranquilo, mas a conversa exalta-se em julgamento informal, num jogo aberto onde todos podem sentar no banco do soba e no tronco de réu.
_______________ 
Mais informações:
Orlando Sérgio – 921388569
Miguel Hurst – 922474207
 

Sobre o espectáculo:           
 
“Um texto ritmado, quase que musicalmente composto no que diz respeito a rítmica da oralidade. Personagens que vagueiam entre a realidade e a caricatura, sempre hiper-realista. Explorar isso levou-me a limpar o palco de cenários pesados e desnecessários, potenciando assim o trabalho dos actores, que assenta numa lógica entre o realismo e a caricatura.
Através de uma linguagem acessível, queremos com esta peça aproximar o público angolano a uma reflexão que o leve a repensar os seus valores tanto existenciais como de vivência com o outro.”
            Miguel Hurst, encenador
 
“Já fiz dezenas de espectáculos de textos consagrados, e por essa razão, com aprovação antecipada. Neste caso trata-se de um original de um autor novo e por isso o texto à partida estava sujeito à desconfiança dos criativos e dos interpretes, mas no processo de trabalho rapidamente convenceu uns e outros e finalmente, conquistou o público que reage de forma muito calorosa ao espectáculo.”
Orlando Sérgio, produtor e actor
 
 “O que me vem à mente quando penso neste espectáculo é sua contemporaneidade. Nos últimos tempos tenho trabalhado textos clássicos, muito bons e fluidos que reflectem o espírito humano universal. Mas eu e os outros actores da peça vivemos em Luanda, e todos temos algo a dizer sobre a vivência nesta cidade, e as experiências que nos marcam. Este espectáculo permite-nos isso: trabalhar o universal, mas com uma ligação muito imediata à nossa realidade a partir de uma história com situações insólitas onde está bem espelhada a realidade da cidade de Luanda.”
Raul Rosário, actor
 
            Sobre o texto:
 
 “Ya, dizem que a guerra acabou”, diz o Zito. Mas a batalha do dia a dia nunca acaba, e à procura da nossa fezada vamos cometendo crimes contra a humanidade: em pequena escala e muitas vezes sem maldade.
Entre crimes e carinhos, corremos nos intervalos dos pingos da chuva que começa, mas quando a chuvada engrossa todo o mundo se molha e não seca assim tão fácil como quem pára de chover. Melhor é encontrar abrigo com desconhecidos e chamar-lhes de família.
As histórias também se precipitam sobre nós e nos salpicam, o teatro cria uma chuva de magia negra colorida, ilusão para lá do truque do momento.
            Nuno Milagre, autor

sábado, 21 de janeiro de 2012

Lançamento da Obra Outros Sorrisos Nos Nossos Lábios de Kiokamba Kassua

Aconteceu na passada Quarta Feira 18 de Janeiro de 2012, que entra para o calendário de boas memorias da família levarteana pois foi a data de mais uma conquista, de mais uma reunião de família e amigos, do nascimento de uma obra que será sem sombra de dúvidas o livro de cabeceira dos amantes da escrita.



Aconteceu no Centro de Formação de Jornalistas Cefojor, sobre o olhar atento de 600 almas apaixonadas pela arte da leitura e companheiros do Movimento Lev´Arte.
Num ambiente afável, de cumplicidade entre o mestre de cerimonias Nguimba N´gola, os ilustres convidados e claro a estrela da noite, o autor da obra de poesia sequencial intitulada "Outros Sorrisos Nos Nossos Lábios" Kiokamba Kassua.


Aplausos não faltaram as apresentações em palco feitas por poetas do Movimento Lev´Arte (Jojo Mundidi, Gabriel, Marcos Inglês e o estrondoso Molhado Artes).
Entre refrescos e canapés conversas soltas decoravam o local, homenagens do palco foram feitas ao autor do prefácio da Obra Penelas Santana, tivemos declamação e mestria de Amelia da Lomba que não deixou de dar os parabéns ao novo escritor pela rica obra, N´gonguitra Diogo que a seu jeito perfuma o palco com tanta classe e deixa sempre frases profundas de se reflectir.

Honras e salvas a nossa digna plateia que sem assentos para todos pacientemente apreciaram o evento durante duas horas até ao inicio das assinaturas de pé para poder acarinhar o autor e dizer "Sim, Viva a Leitura".
João Papelo, um dos ilustres fotógrafos da noite alegremente reportava com flash´s a noite dos Sorrisos e lindos sorrisos não faltaram porque a noite era de alegria, quem não faltou foi a nossa querida TPA que disponibilizou as suas belas apresentadoras e equipa de profissionais para cobrirem o evento que teve como surpresa um poeta que até aquele dia ninguém o conhecia como tal, surgiu do nada, para tecer palavras em nome da LS produções ( Patrocinadora da obra), e num pequeno gesto surpreendeu tudo e todos com versos momentâneo e deixando assim visível a sua veia poética era Sidney.

Estavam recheadas de cores e movimentos as latitudes e longitude do quintal do Cefojor, Mira Clock e Don Afonso de Sá simpaticamente recebiam os singelos 1000 kwanzas e em troca entregavam Sorrisos em forma de Obra aos presentes e estes, recebiam sorrindo e apaixonavam-se também pela mais nova e mais pequena Levarteana  com 5 anos de idade a Inês Dharma que por sinal saiu aos céus, e quem aos céus sai não degenera pois ela é filha da escritora Lueji Dharma e pequena que é já com grandes e sábias palavras dizia sempre aos que compravam o livro " Olha! segura o livro com Amor!" e soltava um lindo sorriso.
 O protocolo era um pormenor visível, moças e moços seleccionados a medida, esbeltas raparigas apetrechavam a sala com estilo, sala esta que foi pequena para os amantes da leitura.

O autor, emocionado não se cansou de agradecer a presença de todos assim como aos patrocinadores da obra e deixou um recado aos jovens desta Angola,
O autor Kiokamba Kassua

É preciso acreditar que os sonhos realizam-se quando acreditamos neles....
As lágrimas de Kiokamba foram invisíveis porque os sorrisos mundiais preencheram a sala.

E dedicou a obra a em memória da sua avó Marcela Kiokamba.

A temperatura subiu quando o autor a seu jeito único e com Kátia Santos declamaram o estonteante poema "Não foi Minha Intenção" um poema de juras e desejos, de toques e cumplicidades, de beijos e afagos que enamorou a plateia que não poupou aplausos no final.
Este, é mais um ciclo para a vida do autor, que esperemos que continue a rechear as bibliotecas com obras boas de se ler como esta da sua estreia " Outros Sorrisos Nos Nossos Lábios.

Não deixou de estar connosco a madrinha "Do Lar Os Nossos Meninos" a nossa Tia Mizé e a tia Adelaide que sorriram connosco as cores do arco íris e falando em arco íris esteve também entre as cores Marta Santos a autora do livro Gita e Outros contos bem haja aos lindos sorrisos :)
E porque uma imagem vale mais do que mil palavras veja aqui as imagens do lançamento da obra.



  

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cursos de Escrita Criativa Online

Caros amigos,

No ano de 2010 e 2011 fiz, com o Prof. Luís Carmelo dois cursos de escrita criativa online que me ajudaram na minha escrita e melhoraram, significativamente, a qualidade da mesma. Por este motivo e porque acredito que somos aprendizes até ao fim dos nossos dias e para tal necessitamos de alguém que critique, construtivamente, o nosso trabalho passo-vos o link onde poderão saber todas as informações acerca dos mesmo.

http://www.escritacriativaonline.com/pdf-divulgacao-dez2011.pdf


Já agora, façam circular por todos os amantes da escrita que conheçam.

Joana Anacleto

Cursos de alemão para o ano 2012!

Cursos de alemão para o ano 2012!

O Goethe-Institut Angola oferece desde Janeiro de 2011 cursos de alemão ao nível A

Para o semestre Fevereiro – Junho as inscrições estão abertas de 10 de Dezembro ao dia 03 de Fevereiro.
Início do curso: 06.02.2012, horário: 18:00 – 19:30 (extensivo = 2x semana).

Para o semestre Julho – Dezembro as inscrições estão abertas de 15 de Junho à 15 de Julho.
Início do curso: 20.07.2012, horário: 18:00 – 19:30 (extensivo =2x semana).


Níveis oferecidos:
A1.1; A1.2; A2.1; A2.2 podendo prosseguir com os níveis B e C
Se já fala ou percebe alemão e tem interesse, é favor contactar-nos para ser submetido a um Teste de aptidão para o devido enquadramento.

Para informações mais detalhadas por favor entrar em contacto com o sr. António Tchihele – 925 276 802


Atenciosamente


Rita Soares
Coordenadora de Programação Cultural
GOETHE-INSTITUT ANGOLA
Travessa José Anchieta N°9
Vila Clothilde, Luanda
C. P. : 16644
Tel. + 224 222 445 910
Fax + 224 222 445 910

Torne-se um fan do Goethe-Institut Angola

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“Tanta Asneira Para Dizer Luanda é Bonita”

:- Press Release -:

Tanta Asneira Para Dizer Luanda é Bonita

Regressa ao palco no Teatro Nacional Chá de Caxinde em Luanda
nos dias 26, 27 e 28 de Janeiro

Mais de 1500 espectadores já assistiram a esta peça de teatro nos 6 dias de apresentação em Dezembro.
Trata-se de uma comédia caluanda interpretada por um elenco de luxo repleto de caras conhecidas dos palcos, televisão e cinema angolano que arrancam gargalhadas e aplausos da plateia durante a actuação.
O público tem recebido muito bem esta peça de teatro, um texto original cuja narrativa se passa nos dias de hoje, na cidade de Luanda.
  
Elenco: Orlando Sérgio, Raul do Rosário, Hélio Taveira, Edusa Chindecasse, Naed Branco e Yuri Sousa

Produção: Projecto Mukange / Direcção de Produção: Orlando Sérgio / Encenação: Miguel Hurst / Texto: Nuno Milagre

Cenário: FK / Música: Keita Mayanda, Leonardo Wawuti, Nastio / Figurino: Adelino Fernandes
Luz: Miguel Hurst (desenho), Kalitoso (operação) / Som: Ulienge Almeida / Fotografia: Edson Chagas
Assistência de Produção: Adérito, Zezas

Nacional Cine Teatro / Chá de Caxinde, Luanda
26 de Janeiro às 20h30
dias 27 e 28 duas sessões: 19h00 e 21h00
bilhetes: 2000 Kwz


:- Sinopse
Um assalto de esquina na noite de Luanda leva a outro assalto. Mas tal como no jogo e no amor ou como na pesca, raramente as coisas acontecem como planeado e Dadri, Koluta, Zito, Cláudia e Moxico juntam-se pela vontade de imprevistos de força maior. Parecem cinco amigos a beber um copo tranquilo, mas a conversa exalta-se em julgamento informal, num jogo aberto onde todos podem sentar no banco do soba e no tronco de réu.
_______________ 
Mais informações:
Orlando Sérgio – 921388569
Miguel Hurst – 922474207

Em anexo:
-- fotografias de cena do espectáculo (todas as fotos de Edson Chagas)
-- "Kissanguá" música original composta para a peça, interpretada em palco por dois actores (letra: Nuno Milagre; música: Keita Mayanda, Leonardo Wawuti, Nastio)

:-:

            Sobre o espectáculo:           

“Um texto ritmado, quase que musicalmente composto no que diz respeito a rítmica da oralidade. Personagens que vagueiam entre a realidade e a caricatura, sempre hiper-realista. Explorar isso levou-me a limpar o palco de cenários pesados e desnecessários, potenciando assim o trabalho dos actores, que assenta numa lógica entre o realismo e a caricatura.
Através de uma linguagem acessível, queremos com esta peça aproximar o público angolano a uma reflexão que o leve a repensar os seus valores tanto existenciais como de vivência com o outro.”
            Miguel Hurst, encenador

“Já fiz dezenas de espectáculos de textos consagrados, e por essa razão, com aprovação antecipada. Neste caso trata-se de um original de um autor novo e por isso o texto à partida estava sujeito à desconfiança dos criativos e dos interpretes, mas no processo de trabalho rapidamente convenceu uns e outros e finalmente, conquistou o público que reage de forma muito calorosa ao espectáculo.”
Orlando Sérgio, produtor e actor

 “O que me vem à mente quando penso neste espectáculo é sua contemporaneidade. Nos últimos tempos tenho trabalhado textos clássicos, muito bons e fluidos que reflectem o espírito humano universal. Mas eu e os outros actores da peça vivemos em Luanda, e todos temos algo a dizer sobre a vivência nesta cidade, e as experiências que nos marcam. Este espectáculo permite-nos isso: trabalhar o universal, mas com uma ligação muito imediata à nossa realidade a partir de uma história com situações insólitas onde está bem espelhada a realidade da cidade de Luanda.”
Raul Rosário, actor

            Sobre o texto:

 “Ya, dizem que a guerra acabou”, diz o Zito. Mas a batalha do dia a dia nunca acaba, e à procura da nossa fezada vamos cometendo crimes contra a humanidade: em pequena escala e muitas vezes sem maldade.
Entre crimes e carinhos, corremos nos intervalos dos pingos da chuva que começa, mas quando a chuvada engrossa todo o mundo se molha e não seca assim tão fácil como quem pára de chover. Melhor é encontrar abrigo com desconhecidos e chamar-lhes de família.
As histórias também se precipitam sobre nós e nos salpicam, o teatro cria uma chuva de magia negra colorida, ilusão para lá do truque do momento.
            Nuno Milagre, autor